sexta-feira, 7 de maio de 2010

GAGUEIRA

A matéria sobre gagueira da Despertai! de Maio me trouxe a recordação de um irmão gago que passou na história de minha vida. Nossa, a gagueira deve ser uma coisa realmente complicada para quem tem. Lendo a matéria e assuntos relacionados, uma das maiores qualidades de quem é gago é a paciência, porque deve ser realmente muito estressante tentar dizer alguma coisa e não conseguir.

Quando adolescente, nas ruas de Cajazeiras em Salvador, fazia parte da congregação Cajueiro, em Fazenda Grande II, e lá tinha um irmão gago (Infelizmente esqueci o nome dele, droga!), muito querido por todos nós. Querido porque ele era o bom humor em pessoa, e durante muito tempo, foi uma das minhas referências para o que sou hoje. Ele era muito gago, e justamente por ser brincalhão, sua gagueira era mais acentuada.

Mas o mais engraçado mesmo é quando ele fazia discurso. Sim, ele era servo ministerial, e quando subia para fazer o discurso... ele não gaguejava! Serio! Ele fazia uma discurso perfeito, maestral, sem gaguejar uma vez sequer. Às vezes os outros irmãos gaguejavam mais que ele. Tanto que começamos a gozá-lo, dizendo que ele se fazia de gago para chamar a atenção, mas não era nada disso, era mais uma das loucuras causadas por nosso cérebro.

2 comentários:

  1. Quando se está bem preparado, a gagueira não atrapalha tanto. Há inclusive um supte. de distrito que é gago e que se sai muito bem em conviver com esse problema. Sem contar alguns gagos cantores que ninguém percebe até que os ouve falando por ai.

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  2. as proprias publicações está cheia de exemplos de pessoas "gagas" que após aprenderem a verdade acabam se adaptando ao meio organizacional e se livrando destes problemas, acho muito interessante esse assunto pois mostra que o modelo da organizaão é perfeito! parabéns.

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