quinta-feira, 8 de julho de 2010

A MULHER DE PROVÉRBIOS 31


"A esposa capaz é uma coroa para o seu dono,
mas aquela que age vergonhosamente é como
podridão nos seus ossos." – Provérbios 12:4



O texto diário de ontem chamou a atenção para um problema crescente em muitos casamentos. É difícil explicar hoje em dia para uma mulher, mesmo a cristã, os limítrofes da “sujeição” especificada pela Bíblia. Beneficiada pelo regime machista de que homem tem que trabalhar desde cedo, enquanto a menina tem apenas a obrigação de estudar, a mulher hoje é está mais bem sucedida, com sucesso na carreira profissional e com bom conhecimento geral. Especialmente a mulher cristã, cuja rotina teocrática incentiva-a a ler mais, a saber mais, o que vemos hoje em dia são irmãs totalmente independentes financeiramente e com opinião formada sobre as coisas.

Muitas, hoje em dia, chegam a sentir comichão quando o assunto é sujeição da mulher no casamento. E levando até em consideração o fato de existir muito “homem-banana” hoje em dia, eu até entendo a situação de alguma delas. Uma amiga minha, cujo nome não vou divulgar por motivos óbvios, tira isso de letra. Seu marido é servo-ministerial, ganha razoavelmente bem, ela também tem um ótimo emprego, é independente, mas quem dá as cartas em casa é ela sem precisar ser autoritária. Como ela faz isso?

Bem, lembra da propaganda da Revista Claudia aonde a mulher finge que não consegue abrir a tampa de um pote de conservas e pede para o marido, que no auge de sua petulância masculina, abre agindo como se a mulher sem ele, não seria nada? É por aí... chega a ser engraçado como essa amiga conduz as coisas. Mas imaginando dessa forma fica parecendo que ela age com maldade, não é? Nada disso, eles são felizes, estão há mais de 10 anos juntos e não conheço um casal mais feliz e harmonioso como eles. Ele aparentemente é o provedor emocional, espiritual e financeiro; ela uma esposa totalmente submissa, uma legítima “mulher de provérbios 31”.

Hoje em dia o mal dessas meninas novas que estão casando agora é justamente esse. Foram criadas numa geração aonde a palavra “prendada” soa como um palavrão. Papai e mamãe deram todo o carinho e acostumaram mal uma leva de irmãs que não sabem nem fritar um ovo ou cozinhar um miojo, e ainda se orgulham disso. Foram incentivadas a estudar, fazer faculdade, serem independentes e conquistar um bom emprego ou um homem bem sucedido que bancasse a continuidade da sua inutilidade adquirida – não necessariamente nesta ordem. Até no Nordeste, na minha Bahia principalmente, aonde saber cozinhar e arrumar uma casa era ensino obrigatório, passada de mãe para filha, isso se tornou obsoleto.

Claro que o homem moderno não precisa ser machista e preguiçoso; ele não só pode como deve ajudar sua esposa nos afazeres domésticos, quando lhe é possível, mas a idéia de que esta tarefa é de ambos, que tanto a mulher como o homem devem ter direitos iguais neste quesito, faz parte da fumaça mundana da independência feminina que a Bíblia tanto condena.

2 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. é rapaz, hoje as coisas mudaram desde quando as mulheres na frança queimaram os sutiãs e sairam as ruas lutando por direitos iguais, as mulheres foram a luta e hoje disputa de igual para igual com o homem.

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TODOS COMENTÁRIOS SÃO MODERADOS. (1) Não tiro dúvidas sobre doutrinas cristãs (2) Não permito ofensas, palavrões ou termos vulgares. (3) Não é permitido proselitismo, apostasia, contudo, aceitamos bons argumentos.