sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

[Windows Pirate]

Você acha que computador é muito mais do que acessar Orkut e MSN? Sempre ouviu dizer que Bill Gates pratica o monopólio? Gostaria de saber como nasceu o Windows e como a Microsoft se tornou a maior empresa de softwares do mundo? Quer ver como a IBM e a Xérox fizeram a maior burrada de sua história? Então você tem que assistir Piratas do Vale do Silício.

É um filme produzido em 1999 e que passou bem longe dos cinemas brasileiros, e possivelmente das nossas locadoras também. Mas se você procurar, acha. O filme conta a história de Steve Jobs e Bill Gates, criadores respectivamente da Apple e da Microsoft, no fundo da garagem e como se tornaram as duas maiores empresas de computadores pessoais do mundo.

Baseado em fatos reais, o filme traz algumas revelações fantásticas, como detalhes de como no fundo da garagem, Jobs conseguiu convencer altos executivos da HP a comprar sua idéia. É hilário a cena em que o empresário diz a ele:

- Você diz que esse computador é para pessoas comuns. O que eles iam querer com computadores? [Silêncio]

Paralelamente, vemos como um jovem estranho e tímido decide abandonar Havard para também lançar um projeto de computador pessoal. Seu nome? Bill Gates. O legal do filme é mostrar que tanto Jobs como Gates não eram tão mocinhos assim. A diferença entre ambos é mostrada nos seus tratos com subalternos; enquanto Jobs dirige sua empresa com dureza e incentivando rivalidades, Gates prefere deixar as pessoas à vontade, inclusive, para “roubar” um software que mais tarde, depois de aperfeiçoado, se transformaria no Windows.

É um filme bem legal para quem gosta da historia que envolve as duas empresas. O filme termina na fase de quase falência da Apple e não fala da volta por cima, quando eles lançaram o novo Macintosh e o IPod. Mas dá uma idéia que nesta briga, nenhum dos dois foram santinhos.



Bill Gates e Steve Jobs hoje: não se enganem com esse sorriso.




.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

TODOS COMENTÁRIOS SÃO MODERADOS. (1) Não tiro dúvidas sobre doutrinas cristãs (2) Não permito ofensas, palavrões ou termos vulgares. (3) Não é permitido proselitismo, apostasia, contudo, aceitamos bons argumentos.