segunda-feira, 5 de março de 2007

[ Lilly Allen, a menina má ]



Como sempre acontece todos os anos, a grande revelação do mundo pop rock nasce na Inglaterra, e em 2006 não foi diferente: "a" revelação se chama Lilly Allen, a menina má britânica que o tem de beleza tem de lingua afiada.

Lily não é marginal do showbizz; seu pai é um grande comediante de Londres e sua mãe uma produtora de cinema, mas foi somente ano passado que ela decidiu se lançar no mundo da música, ao lançar seu primeiro álbum "Alright, still".

A sua marca veio para abalar os alicerces da música mundial, com um estilo todo especial de ser, com misturas de rock dos anos 60, ska, rap e eletrônica, de uma criatividade de deixar qualquer músico no chão. Mas os destaques são as letras de suas canções, debochadas, irônicas, são um soco no estômago da cultura formal britânica, ao ponto de ser apelidada pelo jornal inglês Observer de "Lily, the Kid".

Por exemplo, o som melodioso e singélico de Alfie esconde uma crítica ao seu irmão, onde o adjetivo mais simples é chamá-lo de "vagabundo e maconheiro". Em LND ela traz à tona a sujeira velada da cidade onde mora. Em Smile ela é maquiavélica ao falar da traição do namorado e se vingar do jeito mais cínico possível.

Lily é assim, única. Madona declarou: "Ela é meio desbocada, mas adoro ela". Eu também, Madona. Eu também.

2 comentários:

  1. Também gosto muito da Lilly, e amo o clip de Smile!

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  2. Debochada, irônica, õfensa mais simples é "vagabundo e maconheiro", desbocada... O que mais ela é hein! O som pode ser bom, mas a letra precisa ser melhor ainda, irmão!
    Desculpe-me! Não consegui me conter!

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