sexta-feira, 12 de novembro de 2010

EPÍLOGO

Saudades! Sim...talvez...e porque não?
Nosso sonho foi tão alto e forte
Que bem achara vê-lo até à morte
Deslumbrar-me de luz o coração!

Quantas vezes, Amor, já te esqueci,
Para mais doidamente despertar,
Mais doidamente me lembrar de ti!


E quem dera que não fosse sempre assim:
Quanto menos tento recordar
Mais a saudade andasse presa a mim!

Esquecer! Sim..., mas ah! como é vão!
Que tudo isso, não importe.
Se Deus deixou beleza que conforte.
Deixo te livre, à minha sorte.

Agora me despeço, enfim
Que o amor, refloresça em ti.
Sobre apenas, bons momentos.
E que sejas merecidamente feliz!

Ah, Amor, e um dia de mim lembrarás.
De um coração que partido em erros.
Nunca, por ti, de bater, deixarás.

3 comentários:

  1. Muito lindo e tocante. Pode por gentileza, dizer quem escreveu? Lindo poema!

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  2. Também gostei, tava inspirado hein? kkk

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