sexta-feira, 18 de julho de 2008

[Ponha um sorriso no rosto]





Não lembro o ano e quantos anos de idade eu tinha, mas foi na época em que eu ainda estava na 1ª série. Tinha uma festa à fantasia na escola e enquanto todos foram com suas fantasias de super-heróis compradas na loja, minha mãe tinha improvisado uma roupa de palhaço. Detestei, me achei ridículo, principalmente porque a menina mais linda da escola – que tinha ido de princesa – se engraçou justamente por um menino que estava vestido de Superman.

Enquanto todos se divertiam, eu me resignava a ficar perto da mesa de doces – sim, eu era gordo e comilão quando criança. Vendo-me triste, e talvez sabendo o porquê, minha professora, minha segunda maior paixão depois da menina-mais-linda-da-escola se aproximou e disse: - Humm... veio vestido de Curinga?!

Até então super-herói para mim era como qualquer outro, apenas um super-herói. Desse dia em diante passei a gostar do Curinga. Mais tarde, o Curinga me apresentou ao Batman, e desde então este é o meu herói preferido.

Batman é único, pois enquanto todos os personagens eram perfeitos, o homem morcego era o único que não estava nas ruas para ser necessariamente um herói. Batman é o único que não possui super poderes, ele é humano com qualquer outro, inclusive você! Por que não? Hoje estréia o filme mais esperado dos fãs. “Batman Begins” foi o renascimento, “O Cavaleiro das Trevas” é a ratificação.

Segundo a crítica Curinga rouba a cena como se isso fosse novidade aos fãs. Na verdade, Curinga é o maior de todos os vilãos justamente pela posição antagônica ao Batman. Enquanto o herói é mal humorado, depressivo e não tem amizades. O seu maior vilão é engraçado, comunicativo e cheio de relações com o judiciário de Gothan.

Apesar do nome – “Cavaleiro das Trevas” foi o nome da Graphic Novel do Batman lançado nos anos 80 por Frank Miller que marcou o renascimento do personagem que até então estava ofuscado pelo Superman – o novo filme lembra um pouco outra Graphic Novel chamada “Asilo Arkhan”. Escrito e desenhado como uma história de terror, nela Batman era dado como louco e trancafiado no famoso asilo prisional onde o Coringa também estava preso. O velho palhaço do crime tem uma “atuação” horripilante e quase leva o nosso heróis à loucura de verdade.

Eu só devo assistir “Batman – O Cavaleiro das Trevas” no cinema na próxima quarta-feira, para aproveitar a promoção do Cinemark Taguatinga. Mas até lá, a ansiedade será tão grande como qualquer outro louco.

“Why so serius?”.

2 comentários:

  1. Oi Coringa,saudades...
    Pena que agora sem cinema aqui nem sei quando vou ver o filme! Se cuida amigo,té mais

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  2. Também gosto do Batman, mas como estamos tendo aulas de chinês nas quartas e sábados, vai ser mais difícil assistir. Abraço. Gibson.

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