sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

[ Achegue-se a Deus ]

O estudo de livro desta semana nos relembrou de uma coisa muito importante. Precisamos nos achegar a Deus com sinceridade, humildade e vê-lo como a um amigo, uma pessoa real, que existe, vive e está ao nosso lado todo tempo. Parece coisa comum a cada um de nós, mas acredite, não é. Lamentavelmente às vezes caíamos na rotina do dia-a-dia, da massificação, da relatividade e assim, acabamos vendo Jeová como um Deus distante, um ícone bem ao longe no céu. Quando isso acontece, nossa vida como cristão cai na rotina e fica afetada pela marginalidade.

Algumas pessoas dizem que quando estamos perto de cair num buraco a primeira coisa que geralmente é afetada é a participação no serviço de campo. Na verdade não é. A primeira coisa que muda, é nossa relação com Jeová por meio da oração. Uma pessoa é capaz de ficar irregular no serviço de campo por vários motvos e mesmo assim não perder sua fé e não transigir em suas leis, embora às vistas da aperência, ela será sempre tachada como fraca.

No entanto, quando a pessoa está se afastando de Jeová, a primeira coisa que se reflete é a oração. Oração deixa de ser sincera: vira rotina, mesmas palavras, mesmos gestos, mesma hora, religiosamente! Palavras ao vento, automáticas como um robô, mas sem coração, longe.

Como ex-evangélico, nasci dentro do conhecimento da Bíblia, mas sempre tinha Jeová como um deus distante. Eu não tinha simples temor, eu tinha medo. Quando comecei a estudar a bíblia e conheci esse Deus amoroso que é Jeová, aprendi a vêlo como um amigo. Como uma pessoa real que está ao meu lado todo tempo, e por isso mesmo, capaz de se alegrar com meus acertos e se entristecer com os meus erros. Quando vi que precisava falar aos outros por meio da pregação, acolhi como uma coisa normal. Nunca tive vergonha de sair no campo ou de me declarar como servo do Deus altíssimo. Por isso, minhas horas no serviço de campo nunca pôde ser usada como pre-requisito para analisar se eu estava bem ou mal espiritualmente.

Eu comecei a perceber isso, quando descobri que minhas orações estavam se tornando automáticas. Orava a Jeová regularmente e religiosamente todas as noites, todos os dias antes das refeições, e só. Comecei a perceber que ao contrário da ilustração da relação entre amigos, exemplificada no parágrafo 4 do capítulo 17, minha conversas estavam diminutas, diferente. Eu costumava conversar com Jeová praticamente todo o tempo; não era mais assim. E foi dessa forma que meu sinal de alerta acionou. Então vejamos: minhas horas no campo estavam ótimas, por sinal bem acima da média do país, meu estudo pessoal firme, minha leitura da Bíblia como sempre, mas algo faltava. Eu precisava voltar a me achegar mais a Deus. Eu sentia que necessitava disso. O estudo desta semana me lembrou disso.

Obrigado Jeová, por me relembrar dessa necessidade mais uma vez. Obrigado Jesus Cristo, por tornar realidade essa aproximação.

2 comentários:

  1. palavras poderosas as suas... de grde consolo. Realmente temos um canal aberto de comunição com o Soberano do universo 24hrs, mas nem sempre valorizamos. Com certeza a oração é o termometro da nossa fé! abraço.

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  2. Que Jeová continue te abençoando grandemente. Um forte abraço.
    Rogério

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